9 de maio de 2017

1º Encontro Musical




Na tarde deste sábado, 13/05, acontece o nosso 1º Encontro Musical. O evento é um pedido da mentora e contará com apresentações dos Corais Adulto  (Vozes de Amálya)  e Infantil (Ana de Jesus); do grupo de música da Casa (Tomé José dos Santos); além de diversos convidados do meio espírita.

Local: Rua Ribeiro de Almeida nº 29, Barreto, Niterói - RJ
Horário: 14:00 às 17:30

É um evento aberto ao público, portanto todos estão convidados!


2 de maio de 2017

O Livro dos Espíritos

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      Em 2017, "O Livro dos Espíritos" comemora 160 anos de lançamento de sua primeira edição. Para que possamos entender um pouco do contexto no qual a obra foi lançada, é preciso recorrer, ainda que brevemente, às trajetórias das Irmãs Fox, família Baudin e Hypolite Rivail.

 1. Irmãs Fox
Figura 1: Casa da Família Fox em Hydesville, NY.

      Há alguns anos a família Fox experimentava fenômenos, tais como pancadas e arranhões, nas paredes, teto e assoalho de sua residência, situada no vilarejo de Hydesville (Nova Iorque - EUA). Até que em março de 1848, John e Margareth Fox, com suas filhas adolescentes Katherine e Margareth, começaram a interagir com o que quer fosse responsável por provocar tais fenômenos. Como era possível explicar isso? Tratava-se afinal de energia, força nervosa, magnetismo, eletricidade, ou um demônio? Havia um histórico de paranormalidade de alguns antepassados da família Fox. Durante os contatos, ao longo de alguns dias, convencionou-se utilizar o número de pancadas relacionadas diretamente com a ordem das letras do alfabeto, tornando-se mais inteligível e mais rápida a comunicação. Dessa forma, foi possível o comunicante informar que ele era o Espírito de um mascate que havia sido assassinado naquela casa por um antigo morador, há cinco anos, tendo sido o seu corpo enterrado na adega, o que foi confirmado após escavações. Passado algum tempo de contatos e investigações, as filhas adolescentes foram residir com os irmãos mais velhos. Porém, em novo ambiente, a ocorrência de fenômenos não cessou. Na época as pessoas começaram a desconfiar de que tratava-se de uma espécie de contágio. Em pouco tempo, mais e mais pessoas, de diferentes famílias e lugares, também relatavam fenômenos semelhantes , reforçando assim as hipóteses de contágio, “nuvem psíquica” ou “captação dos pensamentos presentes no ambiente”.
     Muitos dos que analisaram esses fenômenos chegaram a conclusões precipitadas, preconceituosas, discriminando os médiuns e expulsando-os do convívio fraterno nos templos religiosos aos quais se dedicavam, por entenderem que tinham relações com o diabo. A maioria dessas pessoas certamente desconhecia, como ainda hoje muitos desconhecem, que aqueles acontecimentos eram fenômenos mediúnicos, manifestações que ocorrem desde a antiguidade e estão presentes inclusive na Bíblia não sendo portanto racional serem classificados como algo diabólico.


2. Família Baudin

     A família Baudin, composta por Émile-Charles e Clémentine e suas filhas adolescentes Caroline e Julie, que morava na Ilha de Reunião - África, costumava fazer reuniões mediúnicas em seu lar. Essas reuniões passaram a ser dirigidas por um Espírito, chamado Zephyr, que se apresentou como guia espiritual. As mensagens eram psicografadas indiretamente tendo como médiuns a mãe e as duas filhas, utilizando-se um lápis de pedra amarrado a uma cesta de vime que era tocada por elas com as pontas dos dedos, para assim, mediante impulso mediúnico escrever sobre um quadro de ardósia. Certa noite, o Espírito previu que aquela família em breve mudaria para Paris, acrescentando: “Lá procurarei manter contato com um velho amigo e chefe, desde o nosso tempo de druídas”. No ano de 1855 a família se viu obrigada a se mudar para a capital francesa, onde as reuniões mediúnicas continuaram a acontecer.

3. Hippolyte Rivail 

     Hippolyte Léon Denizard Rivail (1804-1869) era professor e pedagogo, autor de vários livros voltados principalmente para a educação e tradutor de diversas obras para o alemão. Dedicava-se, ainda, à luta por uma maior democratização do ensino público e lecionava Química, Astronomia, Física, Matemática, Anatomia Comparada, Fisiologia e Francês. Em 1854 foi convidado por seu amigo Fortier, que era magnetizador e professor, a uma reunião sobre o fenômeno das mesas girantes, também conhecido como mesas falantes. Rivail, porém, pensou que se tratava de algo relacionado apenas ao magnetismo animal, fenômeno do qual era estudioso, e não deu maior atenção ao fato. No entanto, logo no ano seguinte, apresentou grande interesse investigativo após ter tomado conhecimento de que as mesas girantes davam respostas inteligentes aos questionamentos feitos nas reuniões. Diante de um assunto tão intrigante aceitou, então, o convite. A esse respeito, mais tarde o Senhor Rivail declarou: “Eu me encontrava, pois, no ciclo de um fato inexplicado, contrário, na aparência, às leis da natureza e que minha razão repelia. Nada tinha ainda visto nem observado; sabia apenas que as experiências eram feitas em presença de pessoas honradas e dignas de fé. Pensava na possibilidade de um efeito puramente material; a ideia, de uma mesa falante, não me entrava ainda no cérebro”.



Numa noite, pela primeira vez o professor Rivail e sua esposa, Amélie Gabrielle Boudet Rivail, participaram de uma reunião na casa da família Baudin, na qual foram recebidos amistosamente por Zephyr. O Espírito revelou que Rivail havia sido um chefe druídico, cujo nome era Allan Kardec. A partir daí, o professor Rivail passou a frequentar regularmente as reuniões naquele grupo, anotando suas observações e adotando critérios de estudo e investigação muito próprios e diferentes dos utilizados por tantos outros pesquisadores. Suas perguntas eram preparadas antes das reuniões e mediante as respostas que os Espíritos davam às questões por ele formuladas e enviadas para variados grupos e médiuns, compilava tais informações para serem publicadas num livro, que inicialmente seria denominado “Religião dos Espíritos”. Temendo a censura, especialmente por causa do primeiro termo no título do livro, mas também para que o leitor identificasse na obra um livro escrito pelos Espíritos, modificou o título para “O Livro dos Espíritos”, ao mesmo tempo em que adotou o pseudônimo de Allan Kardec para indicar o compilador da obra. Este pseudônimo evitava que os leitores atribuíssem a sua autoria ao acadêmico Rivail, que já tinha publicado vários trabalhos escritos por ele mesmo. Na manhã do dia 18 de abril de l857 foi publicada a primeira edição do livro contendo os Princípios da Doutrina Espírita, contendo 501 perguntas formuladas por Allan Kardec e as respostas oferecidas pelos Espíritos. À noite, o Codificador do Espiritismo reuniu em sua residência um pequeno grupo de amigos frequentadores das reuniões que eram realizadas no lar da família Baudin, para comemorar o lançamento do livro. Dentre eles estava a médium Ermance Dufaux (14 anos), que ainda não conhecia o professor Rivail, mas que já havia psicografado e publicado em 1854 o livro “A História de Luis IX ditada por ele mesmo” (São Luis), e em 1855 o livro “Spiritualiste”. A partir dessa noite, Ermance Dufaux passou a frequentar as reuniões dirigidas por Allan Kardec e colaborou intensamente nos trabalhos mediúnicos para a publicação da segunda edição desse livro, em 16 de março de 1860, que foi ampliado para 1.018 perguntas e respostas dos Espíritos. Ermance também colaborou nos trabalhos mediúnicos para a publicação de outras obras do pentateuco Kardequiano, quais sejam: O Livro dos Médiuns (1861); O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864); O Céu e o Inferno (1865); A Gênese (1868). Allan Kardec publicou, ainda, o livro O que é o Espiritismo (1859) e o periódico mensal Revista Espírita (janeiro de 1858 a 1869).
Nota: Em 1861, 300 livros espíritas, incluindo "O Livro dos Espíritos", por ordem do Bispo da Igreja Católica na cidade de Barcelona - Espanha, foram confiscados e queimados em praça pública, para impedir que a população tivesse acesso àquela literatura. Esta providência serviu para despertar ainda mais a curiosidade e o interesse do público pelas obras espíritas, contribuindo assim para sua maior divulgação.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


1) https://www.autoresespiritasclassicos.com;

2) https://pt.wikipedia.org./wiki/Irmãs_Fox;

3) Livro dos Médiuns, primeira parte, capítulo IV - SISTEMAS. Allan Kardec;   

4) Livro: Mediunidade. Psicografia de Edgard Armond – Espíritos diversos;
5) Livro: O Livro dos Espíritos e Sua Tradição Histórica e Lendária. Silvino Canuto Abreu – Editora LFU;
6) https: //pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec;
7)Livro: História do Espiritismo. Sir Arthur Conan Doyle;
8) http://www.vinhadeluz.com.br/site/noticia.php?id=717

25 de abril de 2017

Minhas dúvidas - Animais têm Espírito?


Os animais muitas das vezes estão presentes em nossa vida, e alguns são importantes para nós. Quando o nosso animal desencarna nos perguntamos: o que acontecerá com ele? Será que o Espírito dele vai ficar perto de mim? Ele pode reencarnar como outro animal e me reconhecer?

O Livro dos Espíritos, na pergunta 593,diz que algumas espécies de animais, além de agirem por instinto, possuem uma inteligência limitada, cuja função é suprir as necessidades físicas do animal e preservar a sua espécie, ou seja, exclusivamente material. Com essa informação, surge um novo questionamento: já que o ser humano possui um princípio independente da matéria e conserva individualidade após o desencarne,será que com o animal acontece o mesmo? E a questão 598 do Livro dos Espíritos responde a essa pergunta dizendo que, apesar da individualidade do animal ser conservada, a consciência de si mesmo não o é. Ou seja, o animal pode se manter como um indivíduo separado dos demais, no entanto, ele não tem consciência de que é um indivíduo. Assim sendo, após o seu desencarne,o princípio espiritual do animal - sua “alma” - vai para uma espécie de erraticidade, apenas por não estar mais ligado ao corpo,e retorna à matéria quase que instantaneamente.

Porém, temos que ter o maior cuidado possível ao compararmos a alma do animal à alma do homem, pois segundo os Espíritos,“ a distância que há entre a alma do animal e a alma do homem é a mesma que existe entre a alma do homem e a alma de Deus.” (L.E. pergunta 597a) Tudo se origina de um princípio comum, que é o fluido cósmico universal, ele dá origem à alma do homem e ao princípio espiritual do animal. No entanto, a alma humana possui inteligência e livre-arbítrio, e, assim, consciência de si mesma e de seus atos, ao passo que a “alma” dos animais não.

É importante saber que os animais não possuem livre-arbítrio. Nesse sentido, são incapazes de cumprir expiações. A despeito disso, os animais também evoluem, no entanto, sua evolução ocorre pela força das coisas e não pelos seus atos. Assim, quanto mais evoluída for a humanidade, mais evoluídos serão os animais que interagem com ela. 

Com todos esses fatos apresentados, muitos irão se perguntar: não seria Deus injusto ao colocar na natureza um ser inferior ao outro? E o Livro dos Espíritos, na questão 604, vem nos dizer que não, pois tudo na natureza está entrelaçado de um modo que não podemos ainda compreender. Ainda é dito mais: “Sabei bem que Deus não pode se contradizer e que tudo, na Natureza, se harmoniza por leis gerais que não se afastam jamais da sublime sabedoria do Criador."



18 de abril de 2017

11 de abril de 2017

1º Encontro Musical


A música é muito mais do que uma simples combinação de sons. Como nos lembrou Santo Agostinho: "Quem canta, ora duas vezes." A partir dessa perspectiva, a música significa a oportunidade de nos conectarmos à harmonia divina e de nos reunirmos para elevar as vozes em favor do bem, espalhando a mensagem de Jesus! Vamos juntos?


4 de abril de 2017

7º Encontro Aprendizes de Jesus


Como todo ano, no período de Carnaval, é realizado em nossa Casa o Encontro Aprendizes de Jesus. Desta vez, o tema do nosso encontro foi TRABALHO – Muitos os chamados, poucos os escolhidos.

Ao longo das atividades de estudo e recreação com grupos para todas as idades, tivemos a possibilidade de refletir o tema sobre diversos aspectos. Em primeiro lugar, ficou claro para nós a necessidade de aprofundarmos cada dia mais o estudo, desenvolvendo a nossa capacidade intelectual, ampliando nossos conhecimentos a fim de nos adaptarmos às situações em que o trabalho for exigido. Em seguida, pudemos relembrar a importância de desenvolver um trabalho em equipe para que alcancemos, com próprio suor, os objetivos planejados.

Moralmente nos deparamos com o desafio de ter que optar: porta larga ou porta estreita? Muitas vezes nos afastamos da possibilidade do trabalho, escolhendo caminhos mais curtos, a porta larga que nos parece dar imediato conforto e resultados. No estudo de casos relatados no livro Os Mensageiros[1] acompanhamos a história de Espíritos imperfeitos que tiveram cuidadosa preparação para o reencarne, incluindo o apoio de Espíritos de elevada hierarquia para que na Terra desempenhassem o trabalho mediúnico, através de variadas faculdades, entre elas a vidência, audição e a psicografia. Ainda no plano espiritual, assumiram sérios compromissos. A tarefa não seria fácil. Apesar da saúde do corpo físico e da dedicação de seus amigos espirituais, deixaram-se levar pelos vícios, o orgulho e a vaidade, fracassando.   

Ora, se todos nós ainda carregamos os defeitos descritos na literatura espírita, será que estaríamos desempenhando o nosso trabalho na Casa como deveríamos? A partir daí, voltamos a análise para nós mesmos! Será que estamos fazendo a vontade do Pai? Fomos chamados ao trabalho, como na parábola do Festim de Bodas. Imperfeitos que somos, levamos nossos vícios e virtudes. Depois de estarmos em serviço, o que fizemos deles? Será que esperamos recompensa maior do que o esforço empregado no trabalho[2]? A oportunidade para o trabalho surge para todos e, infelizmente, muitas das vezes nós a desperdiçamos.  O Pai em sua infinita misericórdia está sempre nos dando oportunidade do recomeço. Lembremos: a quem muito foi dado, será pedido.[3]

Durante o período de festejos de Carvanal, houve na Casa o trabalho de amparo espiritual aos sofredores. A nossa Mentora, Irmã Amálya, nos trouxe a bela notícia de que foram amparados 1774 Espíritos desencarnados.






[1] Francisco Cândido Xavier, pelo espírito André Luiz, capítulos VII, VIII, XI e XII
[2] KARDEC, Allan. Evangelho Segundo o Espiritismo. Os trabalhadores da Última Hora, capítulo  XX.
[3] KARDEC, Allan. Evangelho Segundo o Espiritismo.  Muitos os chamados, poucos os escolhidos, capítulo XVIII


28 de março de 2017

Palestra - O Livro dos Espíritos



Reforçamos o convite:

Dia:01 de abril de 2017
Horário: 17:30h
Apresentação:Coral Adulto Vozes de Amálya
Palestrantes:  Antônio Carlos e Paulo Sérgio

As palestras em nossa Casa são  abertas ao público! São todos muito bem-vindos!

21 de março de 2017

Visita no Lar


A visita no lar é um trabalho que acontece na Caravana há muito tempo. Ela ocorre sempre por indicação da Espiritualidade e da seguinte forma: um grupo, formado por médiuns, tarefeiros, jovens e crianças da Casa, chega à casa da pessoa visitada cantando e harmonizando o ambiente. A música leva alegria para as pessoas, motivando-as, lembrando-as que estamos juntos, apesar da distância física.

Em seguida, fazemos a prece e a leitura de uma página do Evangelho. Ao ler os ensinamentos dos Espíritos, partilhamos de um momento de aprendizado. É importante destacar que a visita não é benéfica apenas para os que nos recebem. Ao contrário, ela é fundamental para todos os envolvidos. Essa oportunidade significa possibilidade de estarmos integrados, praticando a caridade, verdadeiro pilar no qual devemos nos sustentar. Após a leitura, o passe é aplicado nos membros da família visitada. 

Esse contato com as pessoas que infelizmente não podem ir à Casa Espírita , seja por conta de alguma enfermidade  ou porque necessitam de apoio e amparo em seus lares, tem muito valor. Participando desse, que é mais um dos diversos trabalhos realizados em nossa Casa, podemos notar sua  importância e beleza.

Não podemos nos esquecer de que para que estejamos prontos a levar o conforto e consolo aos amigos, é necessário estarmos atentos, esforçando-nos no bem, dedicando-nos a exemplificarmos uma boa conduta e a criar bons pensamentos, que possam se traduzir numa doação efetiva de bons fluidos e de amor. 


14 de março de 2017

Palestra - O Livro dos Espíritos







Dia:01 de abril de 2017
Horário: 17:30h
Apresentação:Coral Adulto Vozes de Amálya
Palestrantes:  Antônio Carlos e Paulo Sérgio

As palestras em nossa Casa são  abertas ao público! Estão todos convidados!



7 de março de 2017

Download dos Jornais


No ano de 2014, mais um desafio nos foi dado pela espiritualidade: criar um jornal do Grupo Espírita Caravana do Amor. Assim, após enquete entre os membros do Grupo para escolha do nome, surgiu “Os Caravaneiros”.

Os objetivos do jornal são a divulgação da Doutrina Espírita e das atividades do nosso grupo. Por isso, cada edição contém textos com temas atuais à luz do Espiritismo, bem como os acontecimentos da nossa Casa, tais como eventos, palestras e apresentações de arte.

 O público-alvo inicialmente eram os integrantes do Grupo e os assistidos, frequentadores da reunião pública que ocorre às quartas-feiras. No entanto, a fim de atingir um número maior de pessoas, desde 2016 os textos são disponibilizados também no blog da Casa.


Todo o conteúdo do jornal, cada texto, cada tema, é pensado e escrito pelos jovens que participam da Mocidade, sob orientação dos médiuns da Casa. Cada edição é o resultado do trabalho conjunto de cerca de 40 integrantes do nosso grupo.


Normalmente, são lançadas 6 edições por ano, já que o lançamento é de 2 em 2 meses.

Abaixo, você consegue fazer o download de cada edição e acompanhar o nosso crescimento. É só clicar na edição que deseja. O formato do arquivo é PDF.

1ª edição   |   2ª edição   |   3ª edição   |   4ª edição   |   5ª edição

6ª edição   |   7ª edição   |   8ª edição   |     9ª edição   |   10ª edição

11ª edição   |   12ª edição   |   13ª edição   |   14ª edição   |   15ª edição