14 de agosto de 2018

Dia dos Pais


"Pode-se considerar como missão a paternidade?  
É, sem contestação possível, uma verdadeira missão. É ao mesmo tempo grandíssimo dever e que envolve ,mais do que o pensa o homem, a sua responsabilidade quanto ao futuro. Deus colocou o filho sob a tutela dos pais, a fim de que estes o dirijam pela senda do bem (...)" (Livro dos Espíritos, pergunta 582) 

Deixamos aqui nossa singela homenagem aos pais e todos aqueles que cumprem esse papel, dedicando aos seus filhos amor incomparável e admirável devoção para tornar possível seu desenvolvimento




Nosso Coral Infantil Ana de Jesus cantando Pai Nosso


7 de agosto de 2018

5º Congresso Espírita do Estado do Rio de Janeiro


"Um Congresso Espírita é uma oportunidade preciosa de se sentir entre irmãos que seguem a mesma filosofia de amor, favorecendo trocas de ideias e de experiências de trabalho, em benefício de cada um.

O 5º Congresso Espírita do Estado do Rio de Janeiro será uma imersão em três dias, com mais de 20 horas de duração, onde iremos recarregar as nossas baterias, intensificando o nosso ânimo e nossa motivação para realizar o trabalho de divulgação da doutrina de luz que abraçamos, e que a humanidade tanto precisa." (Texto disponível em:  http://congresso.ceerj.org.br/#congresso)

Faltam apenas dois meses! Maiores informações no site http://congresso.ceerj.org.br/

31 de julho de 2018

Meu Reino não é deste Mundo




“Tendo Pilatos entrado de novo no palácio e feito vir Jesus à sua presença, perguntou-lhe: “ És o rei dos judeus?” – Respondeu-lhes Jesus: “Meu Reino não é desse mundo, meus súditos teriam combatido para impedir que Eu caísse nas mãos dos judeus, mas meu Reino ainda não é este aqui. 

Disse-lhe então Pilatos: “Logo Tu és rei?” – Jesus lhe respondeu: “Tu o dizes; sou rei; não nasci e não vim a este mundo senão para dar testemunho da verdade. Aquele que pertence à verdade escuta minha voz.” (João, 18:33,36 e 37)

KARDEC, Allan - Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap II Meu Reino não é deste mundo – A vida futura, itens 2 e 3

Comentário:

Por etapas, enquanto esteve na Terra, Jesus lançou alguns fundamentos que mais tarde se tornariam base de todas as religiões cristãs. Dentre eles, o item acima destaca a existência de uma vida futura.

Naquela época, entre os judeus era muito difícil imaginar uma sobrevivência para além do presente. Acreditavam serem os anjos personagens mais próximos do que concebiam como prolongamento da vida. Essa vaga possibilidade, contudo, no imaginário deles não se tornaria verdade para todos. Ao mesmo tempo os judeus asssociavam o respeito às leis divinas  à obtenção de benefícios durante a vida material.

Quando Jesus mencionou a vida futura ele ampliou a extensão dessa ideia. Segundo seus ensinamentos, ela não é uma realidade de poucos, mas um princípio compartilhado por todos. À medida em que defende ser o seu Reino de outro mundo já dá indicação, construindo os primeiros pilares para a noção de continuidade da vida no futuro.

Mas a verdade revelada pelo Mestre se torna mais concreta um tempo depois, com o surgimento do Espiritismo. A divulgação dos ensinamentos dos Espíritos fazem a ideia de vida futura ganhar sustentação a partir das descrições do funcionamento do Plano Espiritual. A própria manifestação dos Espíritos é, em si, uma comprovação da continuidade da vida.

24 de julho de 2018

Música e Espíritismo





Nossa mentora Irmã Amálya vem reafirmando a  importância da música na Casa Espírita, tanto para os encarnados, quanto para os desencarnados, pois, com ela, é possível amparar Espíritos e preparar a corrente mediúnica.

Podemos ratificar essa ideia com base na resposta da pergunta nº 251 do “Livro dos Espíritos”. Ela enfatiza que os Espíritos são sensíveis à música, proporcionando encantos infinitos aos que a escutam.

Tal encantamento dos Espíritos com a música também é citado no livro “Mensageiros da Luz”. Essa obra relata o contato dos Espíritos  com um coral de crianças, que sentem-se embalados pela canção. 

Em nossa Casa,  as crianças estão envolvidas com a música, entre outras formas, através da participação no Coral Infantil Ana de Jesus. Ele admite crianças e adolescentes dos 3 aos 16 anos e conta sempre com a participação ativa de evangelizadores e pais. 

Abrangendo outra faixa etária, o Coral Vozes de Amálya, admite médiuns e tarefeiros jovens e adultos.

Mas não é só nos Corais da Casa que encontramos música. Ela se faz presente, por exemplo,  antes das aulas de evangelização, quando acontece a roda de música, feita para harmonizar o ambiente e prepará-lo para o trabalho. Também é utilizada durante as aulas pelos evangelizadores como um instrumento para passar um ensinamento de forma mais dinâmica. Na quarta-feira, quando acontece nossa reunião de pronto-socorro espiritual, aberta ao público, a música tem por objetivo amparar os enfermos (encarnados e principalmente desencarnados) que ali se encontram, deixando o ambiente propício para o trabalho. Já dizia Santo Agostinho: “Quem canta, ora duas vezes”.

"A música é vibração e pode estimular o Espírito, provando sensações de nível superior, permitindo vibrarmos em sintonia com esse algo superior, despertando a essência Divina que dorme em cada um de nós. Ao vibrar, sintonizamos com vibrações sutis que pululam no Universo. Podemos sentir vibrações que, por outros meios, não sentiríamos, emoções novas brotam na alma, levando o Espírito a querer evoluir. A música representa, pois, elevada interação vertical com as esferas superiores da vida universal." (Introdução do Estudo da Pedagogia Espírita - módulo IX - item 44)

Assim, com a participação de todos, jovens, tarefeiros, médiuns e crianças, é possível realizar um trabalho significativo por meio da música, contagiando aqueles que se reúnem a partir da vontade de fazer o bem.

17 de julho de 2018

Biografia de Batuíra





Antônio Gonçalves da Silva Batuíra (1839, Portugal – 1909, São Paulo) chegou ao Rio de Janeiro ainda criança. Por ser um rapaz muito ativo, corria para todo lado, recebeu o apelido de "o batuíra", o nome que se dava à narceja, ave muito ligeira, de voo rápido. Espírito idealista e humanitário defendeu arduamente a ideia da abolição da escravatura no Brasil, abrigou escravos fugitivos em sua casa e custeou um jornal para propagação das ideias liberais.

Devido aos seus costumes simples, adquiriu alguns terrenos desvalorizados, onde construiu sua residência e algumas pequenas casas que alugava às pessoas necessitadas. Foi casado com Brandina Maria de Jesus, com quem teve seu primeiro filho, Joaquim Gonçalves Batuíra. Irmã Brandina é a responsável espiritual pela Evangelização Infantil da Caravana do Amor.

O falecimento repentino do seu filho de apenas 12 anos de idade, do segundo casamento, fez Batuíra encontrar na Doutrina Espírita as verdades consoladoras, iniciando então seu interesse pelo trabalho de divulgação do Espiritismo e na prática da caridade, vivenciando o Evangelho em toda sua expressão. Tanto que, posteriormente, adotou uma criança com necessidades especiais.

Como homem conhecedor e atuante no Movimento Espírita, foi representante da Revista Espírita “Reformador”, da Federação Espírita Brasileira; fundador do Grupo Espírita Verdade e Luz; criador de uma pequena tipografia destinada à propagação do Espiritismo; médium curador; colaborador na criação da União Espírita do Estado de São Paulo, unindo Casas Espíritas de todo o Estado.

Devido ao seu Espírito bondoso e ao coração aberto, em sua casa jamais foi negada ajuda. Tornou-se símbolo de caridade e dedicação aos sofredores. O amor ao próximo é perceptível em todas as suas mensagens, que só enriquecem o caminho daqueles que as escutam com o coração.

Dentre as inúmeras mensagens trazidas por Batuíra, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, no livro Mais Luz, destacamos a seguinte: 

Confiemos nossas forças ao intercâmbio com a Espiritualidade, sob a luz da oração e do Evangelho. Estejamos certos de que a luz também luta para sobrepor-se ao domínio das trevas. Aceitemos o trabalho de socorro aos nossos companheiros que ainda jazem nas trevas e continuemos fiéis a Jesus hoje e sempre.” 

Essa mensagem nos aconselha, mostrando o caminho para a  conduta cristã, para que sejamos firmes contra as tentações materiais, sem nunca  esquecermos de ajudar àqueles que precisam.

10 de julho de 2018

Festa Caipira


Atenção a nova data!

A melhor época do ano já chegou! E a nossa Festa Caipira já está marcada!

Dia 04/08 (sábado)
Horário: 13h às 17h
Local: Grupo Espírita Caravana do Amor-Irmã Amálya
Endereço: Rua Ribeiro de Almeida nº 29  Barreto - Niterói

Esperamos vocês!

3 de julho de 2018

Palestra


Sempre abertas ao público, nossas palestras são uma oportunidade de aprofundar o estudo da Doutrina!

Dia: 28/07 (sábado)
Horário: ás 16:30h
Local: Grupo Espírita Caravana do Amor-Irmã Amálya
Endereço: Rua Ribeiro de Almeida nº 29  Barreto - Niterói

Você é o nosso convidado!

26 de junho de 2018

Para que os Espíritos se comunicam conosco?



Segundo a Doutrina Espírita, possuímos um corpo material e um espiritual. O material, perecível, acaba com a morte, enquanto o espiritual, imortal, segue sua trajetória no plano espiritual. Ao se comunicarem com os encarnados, os Espíritos comprovam a existência do mundo invisível, permitindo-nos conhecer esse ambiente. Portanto, para além da imortalidade da alma, podemos afirmar a capacidade de comunicabilidade dos Espíritos.

As manifestações dos Espíritos são naturais e por isso existiram, e ainda existem, em todas as épocas desde a Antiguidade. São inúmeros os relatos de comunicação ao longo da História.[1] As narrativas descrevem também variadas maneiras dessas comunicações ocorrerem. Na Europa do século XIX, por exemplo, o fenômeno das mesas girantes gerou bastante curiosidade, atingindo um público de grandes proporções.  Ele foi de muita importância para o início do estudo da Doutrina Espírita.


Sem saber o que significava o conceito de mediunidade, Allan Kardec também se interessou pelas mesas que giravam e faziam barulhos sem a intervenção física de qualquer indivíduo. Enquanto a maioria das pessoas encarava o fenômeno como espetáculo, procurando se divertir, Kardec buscou entender o que se passava durante as exibições, assumindo a postura de um pesquisador, pois suspeitava haver um elemento inteligente por trás do que presenciava . Em “Obras Póstumas”, ao analisar o seu contato com os fenômenos da época, Kardec declarou



“(...) Apliquei, a essa nova ciência, como o fizera até então, o método experimental; nunca elaborei teorias preconcebidas; observava cuidadosamente, comparava, deduzia consequências; dos efeitos procurava remontar às causas, por dedução e pelo encadeamento lógico dos fatos, não admitindo por válida uma explicação, senão quando podia resolver todas as dificuldades da questão. (...) Compreendi, antes de tudo, a gravidade da exploração que ia empreender; percebi, naqueles fenômenos, a chave do problema tão obscuro e tão controvertido do passado e do futuro da humanidade, a solução que eu procurara em toda minha vida. Era, em suma, toda uma revolução nas ideias e nas crenças: era preciso, portanto, andar com a maior circunspeção (cautela) e não levianamente (...) para não me deixar iludir.” [2]

Foi graças a reunião de dedicados médiuns e o trabalho de investigação de Kardec que as mensagens dos Espíritos foram organizadas e sistematizadas em cinco obras lançadas mundialmente. São elas “O Livro dos Espíritos”, “O Livro dos Médiuns”, “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, “O Céu e o Inferno”  e “A Gênese”.


Em nossa Casa há reuniões mediúnicas. Os médiuns funcionam como intermediários, são instrumentos para que os Espíritos se comuniquem. Essas comunicações podem acontecer por meio da psicografia, psicofonia, vidência, audiência e outros tipos. 


Utilizada em benefício do próximo e tendo como objetivo o progresso da humanidade, a mediunidade e, por consequência, o contato direto com a Espiritualidade não podem ser banalizados. Devemos estar muito atentos ao conteúdo de nossas perguntas dirigidas à mentora, Irmã Amálya. Na Caravana os Espíritos não trabalham para fazer adivinhações ou previsões. A sua comunicação não tem por finalidade sanar curiosidades materiais, mas sim nos amparar. Logo, não cabe levar à mentora assuntos amorosos, muito menos tentar transferir para a Espiritualidade decisões pessoais. Toda a Espiritualidade nos recebe com carinho, estando sempre pronta a nos consolar. Contudo, precisamos ter em mente que ela não pode agir em nosso lugar.


Bibliografia: Livro dos Médiuns, parte 2 e Obra Póstumas



[1] Antes mesmo das mesas girantes, em 1848, nos Estados Unidos, as irmãs Fox, como ficaram conhecidas mundialmente, se comunicaram com os Espíritos através de batidas, arranhões em móveis e paredes.

[2] KARDEC, Allan. Obras póstumas. Segunda parte, cap. “A minha iniciação no Espiritismo”, p. 349-350.




5 de junho de 2018

O Jovem Tarefeiro na Casa Espírita





A Caravana do Amor é um local onde encontramos muitas oportunidades de colocar em prática a atitude cristã, pois as atividades realizadas por cada membro nos concedem a chance de aprendizado e crescimento individual. Muito mais do que simples doação, o trabalho tem como objetivo o exercício da caridade. E  certamente, é no desempenho de sua tarefa que o tarefeiro recebe muito mais do que oferece.

Com o passar do tempo nossa Casa Espírita tem crescido. E para a garantia de seu desenvolvimento, se torna fundamental o envolvimento das pessoas. Prezando pela integração e renovação, a  Caravana oferece a todos diversas oportunidades de colaborar, seja no apoio às atividades realizadas dentro de cada setor, ou na atuação mediúnica.

Vale ressaltar as palavras da nossa mentora Irmã Amálya, que  associa cada um de nós a peças de uma engrenagem. Ao estarem encaixadas, todas as peças unidas são capazes de fazer o mecanismo funcionar.  Essa comparação evidencia a importância de cada integrante da Caravana do Amor, indistintamente. A partir dela, entendemos que nenhuma atividade realizada tem menos valor  do que o trabalho mediúnico, pois uma tarefa complementa a outra na seara de Jesus.

A atuação dos jovens na Caravana não é novidade. Há bastante tempo eles atuam nos mais diversos setores sempre com suporte dos mais velhos, que são os responsáveis, e auxílio da Espiritualidade. 
Com o intuito de exemplificar um pouco da vivência dos jovens enquanto tarefeiros,  escolhemos tratar um pouco das experiências vividas nos setores de Música e Biblioteca.

Sabemos que a Música é um instrumento importante para o amparo dos enfermos. Daí, podemos entender o tamanho da responsabilidade do setor musical, composto em sua maioria por jovens. Para contribuir com o acolhimento dos irmãos sofredores,  é necessário que os integrantes da equipe estejam realmente conectados entre si e unidos no propósito do bem. O compromisso de cada um garante a harmonia, fazendo com que o canto seja uma ferramenta eficaz no socorro de encarnados e desencarnados.

Outro exemplo que podemos citar é a reinauguração da Biblioteca, trabalho que iniciou recentemente e vem trazendo muita satisfação. Ao longo dos últimos meses, um grupo de  jovens tem demonstrado grande interesse e boa vontade para ajudar a organizar esse setor. Mesmo sendo uma tarefa que requer mão de obra constante, é possível observar o cuidado e seriedade entre aqueles que estão participando.

Esses exemplos nos mostram um pouco da postura esperada para a continuidade do trabalho de Jesus. Como afirma muitas vezes nossa mentora: “Quando se juntam as mãos, se unem forças”.