11 de junho de 2019
4 de junho de 2019
28 de maio de 2019
O sol brilha para todos
Todo ser
humano encarna na Terra na intenção de resgatar seus erros do passado e,
consequentemente, evoluir. Nela, vivemos em sociedade, enfrentando provas e expiações que nos são dadas por Deus.
Quando encarnados nos relacionamos com diversos tipos de pessoas e cada uma tem uma maneira de ser, apresentando defeitos e qualidades. Temos a tendência de procuramos no outro características semelhantes a nós mesmos. E quando não as encontramos, nos frustamos. Muitas vezes, interpretamos a diferença como uma ofensa e nos sentimos machucados por ela. Ora, Deus, com sua infinita bondade, não permitiria que convivêssemos com as diferenças alheias sem um motivo ou razão. Estamos aqui na Terra com o intuito de aprendizado, entramos em contato com os diferentes para conseguirmos atingir a evolução.
Temos nosso jeito de agir, vestir, falar. Mas não temos o direito de ferir alguém por ele ser diferente. Somos iguais perante Deus. "Todos os homens são submetidos às mesmas leis naturais, todos nascem com a mesma fragilidade, estão sujeitos às mesmas dores e o corpo do rico se destrói como o do pobre. Deus não concedeu, portanto, superioridade natural a nenhum homem, nem pelo nascimento, nem pela morte: todos são iguais diante Dele. (Comentário de Allan Kardec na questão 803 do Livro dos Espíritos).
O grande obstáculo à igualdade é o orgulho, que leva o homem a se julgar superior, principalmente no confronto com seus semelhantes. Considerar-nos iguais ao nosso próximo, companheiro de jornada, situado em nível diferente, tem sido para nós humanos uma pretensão inatingível, enquanto não conseguirmos superar nosso orgulho.
Quando encarnados nos relacionamos com diversos tipos de pessoas e cada uma tem uma maneira de ser, apresentando defeitos e qualidades. Temos a tendência de procuramos no outro características semelhantes a nós mesmos. E quando não as encontramos, nos frustamos. Muitas vezes, interpretamos a diferença como uma ofensa e nos sentimos machucados por ela. Ora, Deus, com sua infinita bondade, não permitiria que convivêssemos com as diferenças alheias sem um motivo ou razão. Estamos aqui na Terra com o intuito de aprendizado, entramos em contato com os diferentes para conseguirmos atingir a evolução.
Temos nosso jeito de agir, vestir, falar. Mas não temos o direito de ferir alguém por ele ser diferente. Somos iguais perante Deus. "Todos os homens são submetidos às mesmas leis naturais, todos nascem com a mesma fragilidade, estão sujeitos às mesmas dores e o corpo do rico se destrói como o do pobre. Deus não concedeu, portanto, superioridade natural a nenhum homem, nem pelo nascimento, nem pela morte: todos são iguais diante Dele. (Comentário de Allan Kardec na questão 803 do Livro dos Espíritos).
O grande obstáculo à igualdade é o orgulho, que leva o homem a se julgar superior, principalmente no confronto com seus semelhantes. Considerar-nos iguais ao nosso próximo, companheiro de jornada, situado em nível diferente, tem sido para nós humanos uma pretensão inatingível, enquanto não conseguirmos superar nosso orgulho.
21 de maio de 2019
13 de maio de 2019
Homenagem dia das Mães
Bem como toda a Natureza, os Espíritos estão sujeitos à Lei do Progresso, como se faz claro ao observar seu processo evolutivo. Nesse sentido, a encarnação apresenta importante função: as condições que um Espírito está submetido durante a vida material permitem grande adiantamento nesse processo. No caso do planeta Terra, as provas e expiações podem servir de grande auxílio no aperfeiçoamento moral dos Espíritos.
A conjuntura estruturada pela forma de vida
corpórea também é de fundamental importância para a reforma íntima necessária
ao progresso. Os processos de esquecimento e de amadurecimento durante a
infância têm razões para ocorrer que permitem a harmonia perfeita para o
depuramento da alma. Como o Livro dos Espíritos nos traz, “[...] a fraqueza da
pouca idade [...] torna (as crianças) flexíveis, acessíveis aos conselhos da
experiência e daqueles que devem fazê-los progredir. É quando se pode reformar
seu caráter e reprimir-lhes as más inclinações; tal é o dever que Deus confiou
aos pais, missão sagrada pela qual deverão responder. Por isso a infância não é
somente útil, necessária, indispensável, mas ainda ela é a consequência natural
das leis que Deus estabeleceu e que
regem o Universo.”
Diante
disso, como já explica o trecho, compreende-se que os pais recebem de Deus a
missão de educar um Espírito para impulsionar sua caminhada no bem. Para isso,
a própria natureza humana dá conta de fazer germinar o amor entre a prole e
aqueles que a conceberam, uma vez que a necessidade de amar e de ser amado é
inerente ao Espírito e, em toda sua benevolência, Deus permite-nos que, por
repetidas vivências, convivamos com aqueles aos quais nossos corações se
afeiçoam. Assim, é fácil entender que pais e filhos não são Espíritos estranhos
entre si e, há tempos, cultivam sentimentos um pelo outro. É inegável,
entretanto, que, em um mundo de provas e expiações, existam também aqueles que
reencarnam em determinado seio familiar justamente pela necessidade de cumprir
uma prova ou expiação e resgatar débitos do passado.
Nesses contextos, a figura materna surge dotada
de qualidades que ajudam-na a ligar-se a seu filho. Desde a gestação, a
natureza encarrega-se de fazer germinar o amor, que lhe floresce o peito, manifestando-se
no interesse da conservação de seu pequeno. Para colaborar a isso, a aparência
inocente infantil, o choro do bebê e sua dependência de zelo comovem os pais,
de cujo amor sua fraqueza necessita; cria-se, assim, uma harmonia perfeita para que os elos que conectam esses
seres tornem-se cada vez mais fortes. O amor maternal estabelece-se tão
poderoso que permanece por toda vida, transcendendo a matéria mais densa de que
são constituidos os corpos humanos. Neste planeta, é o exemplo mais próximo que
há do amor divino.
7 de maio de 2019
30 de abril de 2019
3º Encontro Musical
Venham participar do nosso 3º Encontro Musical!
O Grupo Espírita Caravana do Amor - Irmã Amálya convida a todos para uma tarde de apresentações de música, teatro, dança e pintura.
Aguardamos vocês!
23 de abril de 2019
16 de abril de 2019
Aniversário da Casa
No dia 23 de março de 2019 foi realizada a festa em comemoração ao 24º aniversário da nossa Casa, lugar de acolhimento e amparo de inúmeros irmãos encarnados e desencarnados.
Os jovens, sempre envolvidos nas atividades da Casa, este ano escolheram o tema "A diferença é o que nos une" para estimular uma reflexão. Nessa data tão especial, todas as apresentações abordaram o assunto com leveza e alegria através de músicas e peças teatrais.
Todos que frequentam a Caravana do Amor Irmã Amálya sabem do trabalho digno e amoroso que a Espiritualidade realiza para ajudar a todos que a ela recorrem. É com gratidão e felicidade por termos participado que compartilhamos com vocês alguns desses momentos de confraternização, exibindo as fotos tiradas ao longo do evento.
Desejamos comemorar muitos outros aniversários da Caravana e que o trabalho de caridade prestado continue se realizando!
9 de abril de 2019
A Vida Futura
"Tendo Pilatos
entrado de novo no palácio e feito vir Jesus à sua presença, perguntou-lhe: “
És o rei dos judeus?” – Respondeu-lhes Jesus: 'Meu Reino não é desse mundo,
meus súditos teriam combatido para impedir que Eu caísse nas mãos dos judeus,
mas meu Reino ainda não é este aqui.'
Disse-lhe então
Pilatos: 'Logo Tu és rei?' – Jesus lhe respondeu: 'Tu o dizes; sou rei; não
nasci e não vim a este mundo senão para dar testemunho da verdade. Aquele que
pertence à verdade escuta minha voz.' " (João, 18:33,36 e 37)
KARDEC, Allan - Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. II Meu Reino
não é deste mundo – A vida futura, itens 2 e 3
Comentário:
Por
etapas, enquanto esteve na Terra, Jesus lançou alguns fundamentos que mais
tarde se tornariam base de todas as religiões cristãs. Dentre eles, o item
acima destaca a existência de uma vida futura.
Naquela
época, entre os judeus era muito difícil imaginar uma sobrevivência para além
do presente. Acreditavam serem os anjos personagens mais próximos do que
concebiam como prolongamento da vida. Essa vaga possibilidade, contudo, no
imaginário deles não se tornaria verdade para todos. Ao mesmo tempo os judeus associavam
o respeito às leis divinas à obtenção de
benefícios durante a vida material. `
Quando
Jesus mencionou a vida futura ele ampliou a extensão dessa ideia. Segundo seus
ensinamentos, ela não é uma realidade de poucos, mas um princípio compartilhado
por todos. À medida em que defende ser o seu Reino de outro mundo já dá indicações,
construindo os primeiros pilares para a noção de continuidade da vida no
futuro.
Mas a
verdade revelada pelo Mestre se torna mais concreta um tempo depois, com o
surgimento do Espiritismo. A divulgação dos ensinamentos dos Espíritos fazem a ideia
de vida futura ganhar sustentação a partir das descrições do funcionamento do
Plano Espiritual. A própria manifestação dos Espíritos é, em si, uma
comprovação da continuidade da vida.
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