22 de fevereiro de 2011

Fotos da Tarde de Sorvete




Agradecemos a todos os que participaram de nosso evento!







Clique aqui e veja mais fotos da nossa tarde de sorvete!

15 de fevereiro de 2011

Tarde de Sorvete


Neste sábado, dia 19 de fevereiro, será realizada em nossa casa uma deliciosa Tarde de Sorvete!
Nossas portas estarão abertas a todos aqueles que quiserem se confraternizar conosco!
O evento será das 15:00 às 18:00h.
O convite custa R$ 5,00 e dá direito a três bolas de sorvete e um picolé ou sacolé.
Venham e tragam seus amigos!

17 de janeiro de 2011

Desastre na Região Serrana do RJ.

Atualmente irmãos nossos passam por provações na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro.  Nesse momento crítico temos a possibilidade de amenizar tais sofrimentos com nossas orações e pensamentos, nunca esquecendo que o Pai jamais desampara seus filhos. E, se esses desastres ocorrem na vida dessas pessoas é porque há um motivo.

Lembremos das palavras do Mestre: “Não se vendem dois pardais por uma moedinha? Contudo, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do Pai de vocês.” (MATEUS, Cap. 10, V,29). Incrédulos polemizam essa afirmação dizendo como pode Deus deixar que uma catástrofe dessas ocorra. O perfeito entendimento disso fica reservado para a Revelação Espírita explicando a reencarnação, que é a Justiça Divina em aplicação. E, que nos faz aprender através de vidas sucessivas, em situações distintas, que somos livres para o plantio, porém na colheita, que é obrigatória, temos a oportunidade de crescer enquanto indivíduo.

O G. E. Caravana do Amor Irmã Amálya receberá doações de roupa de cama, itens de higiene pessoal, fralda, fósforo, velas, água, leite e alimentos não perecíveis que serão repassadas aos desabrigados. Se você deseja ajudar entre em contato no telefone 21- 2628 8753, pelo e-mail blogcaravana@gmail.com ou nas quartas-feiras a partir das 15:30 diretamente em nossa sede na Rua Ribeiro de Almeida, 29, Barreto - Niterói. 

Veja mais sobre o assunto clicando em: Flagelos destruidores

8 de janeiro de 2011

O médium e a reunião de materialização – Parte 3

Para viabilizar as reuniões de materialização é necessária a presença de um médium principal, cuja quantidade de ectoplasma disponível seja abundante e suficiente para possibilitar a materialização de um espírito, uma vez que a quantidade de energia utilizada nessas reuniões é muito superior a de outros tipos de reuniões mediúnicas. Faz-se também necessária a presença de outros médiuns assistentes que formarão uma corrente de apoio ao médium e aos assistidos.
Os médiuns que desejam participar deste tipo de reunião devem ter, em primeiro lugar, disciplina para cumprir as recomendações da espiritualidade e que facilitam o desprendimento de energia, pois, embora haja apenas um médium de efeitos físicos desprendendo ectoplasma abundantemente, todos os médiuns assistentes contribuem na doação de fluidos. Qualquer desvio de pensamento pode ser extremamente prejudicial ao médium de efeitos físicos.
André Luiz nos chama atenção para a necessidade da conduta mediúnica, ao destacar que nossos pensamentos não coerentes com os objetivos das reuniões e nosso desacordo com o preparo solicitado, são como toxinas que contaminam o ectoplasma, fluido este que irá retornar ao médium doador ao fim da reunião, podendo causar-lhe danos físicos irreparáveis.
É preciso estar atento aos olhares de desconfiança e curiosidade, ao sentimento de ódio e à dispersão, pois, dificultam o andamento das atividades como em qualquer outra reunião mediúnica.  Essa postura inadequada da parte dos encarnados exige maior trabalho da equipe espiritual, que, certamente, se organizará para neutralizá-la e, se necessário, encerrará as atividades diante dessas condições.
O Dr. Paulo César Fructuoso, que atua nas reuniões de materialização do Lar Espírita Frei Luiz, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, destaca de forma objetiva, na entrevista reproduzida nos vídeos já postados neste blog, os principais pontos de discussão das materializações, abrangendo desde o aspecto científico até o aspecto moral do fenômeno. 
O tema é extremamente instigante e nos propicia um universo de conhecimentos sobre o mundo espiritual. Para quem deseja se aprofundar no assunto, a literatura espírita nos traz fontes ricas de conhecimento sobre o mesmo:

A Gênese – Allan Kardec
Dossiê Peixotinho - Lamartine Palhano Júnior
Materializações Luminosas – Leis Cósmicas em Ação – Dante Labbate
Materializações Luminosas – Rafael Ranieri
Missionários da Luz – André Luiz/Chico Xavier
Nos domínios da Mediunidade – André Luiz/Chico Xavier
O Livro dos Médiuns – Allan Kardec 

7 de janeiro de 2011

Materializações: processos e objetivos – Parte 2

Uma vez já elucidados os elementos principais para a ocorrência das materializações, precisamos compreender como estes elementos se combinam.
O espírito São Luis nos explica que o fluido próprio do médium – o ectoplasma – se combina com o fluido universal que o Espírito acumula[1], para que possam ocorrer as materializações. Outros fenômenos de efeitos físicos, como por exemplo, as mesas girantes – que foram o ponto de partida do Espiritismo – e fenômenos de transporte, obedecem ao mesmo princípio de combinação de fluidos, diferindo-se apenas na quantidade de ectoplasma necessária. No primeiro caso, é necessário abundante desprendimento de ectoplasma, enquanto nos seguintes, a quantidade necessária é bem menor.
Atualmente, reuniões de materialização são mais escassas. Devido ao grande dispêndio de energia ocorrido durante essas reuniões, Emmanuel nos ensina que somente esforço assistencial aos doentes justifica o desdobramento intensivo dos espíritos para atuarem neste setor[2]. Em sua maioria, os tratamentos com materializações são indicados para pacientes como câncer ou que já foram desenganados pela medicina dos homens.
Vale destacar que o tratamento espiritual não é substituto ao tratamento médico convencional, e sim um tratamento complementar. Ambos devem ser seguidos com seriedade.
As materializações são mais uma prova da complexidade da doutrina espírita e da importância da valorização da ciência como conteúdo indispensável para a compreensão da doutrina. Ambas devem caminhar lado a lado e completar-se.


[1]  Livro dos Médiuns, capítulo IV, item 74.

[2] A mensagem completa de Emmanuel pode ser vista no livro “Materializações Luminosas” de Rafael Ranieri.

4 de janeiro de 2011

Materializações – Parte 1

Dentre dos inúmeros assuntos instigantes que a Doutrina Espírita nos traz, destacamos as Materializações, que são fenômenos de efeitos físicos produzidos a partir da combinação de fluidos, possibilitando que espíritos que tem o corpo etéreo se tornem visíveis e até palpáveis.
As materializações ocorriam com maior frequência no século XIX, visto que havia a necessidade da comprovação da imortalidade da alma, por meio de fenômenos que atraíssem a atenção das pessoas e despertassem a consciência para a existência mundo espiritual. Por volta de 1870, o químico e físico inglês, William Crookes, passou a defender a necessidade da ciência em estudar os fenômenos espirituais tão freqüentes na época. Passou então a realizar reuniões de materializações em sua residência, onde o espírito de Katie King se materializava, permitindo ser pesada, medida e tocada.
No Brasil, conhecemos a história de Peixotinho, médium de efeitos físicos que atuou em reuniões de materialização em casas espíritas do Rio de Janeiro e Minas Gerais, algumas com participação de Chico Xavier.
Mas como é possível um espírito, de corpo etéreo, assumir características materiais?
Para que haja a materialização de um espírito, é necessária a combinação de três elementos: 
1) o fluído cósmico universal, princípio elementar do Universo[1]
2) o fluído peculiar do médium em quantidade abundante – ectoplasma; 
3) a vontade do espírito, que irá propiciar a reação química necessária para combinar os fluidos e tornar a materialização possível. No entanto, é imprescindível a permissão do plano espiritual para que tal espírito possa se fazer visível.



[1] A Gênese, capítulo XIV, item 1.

30 de dezembro de 2010

Feliz 2011


É chegado o momento da integração. O momento de darmos, não só, as mãos uns aos outros, numa mesma corrente, e sim de entrelaçarmos nossos corações num só pensamento, numa só vibração. É chegada a hora de mantermos nossas intenções direcionadas ao ponto mais alto. 
Sabemos que o nosso planeta vem passando por uma contundente transformação e que muito ainda está por vir. Mais do que nunca, um futuro melhor depende do esforço feito por cada um de nós. Mas, não adiantará muito se esse esforço for solitário. 
Temos a obrigação de nos unirmos por uma causa maior, correspondendo ao amor incondicional e à dedicação incansável que Deus, e toda sua plêiade de espíritos iluminados, têm nos oferecido ao longo de nossas inúmeras existências.

Que 2011 seja o ano da verdadeira integração!



19 de dezembro de 2010

Súplica do Natal



Na noite santificada,
Em maravilhas de luz,
Sobem preces, cantam vozes
Lembrando-Te, meu Jesus!

Entre as doces alegrias
De Teu Natal, meu Senhor,
Volve ao mundo escuro e triste
Os olhos cheios de amor.

Repara conosco a Terra,
Angustiada e ferida,
E perdoa, Mestre Amado,
Os erros de nossa vida.

Onde puseste a alegria
Da paz, da misericórdia,
Desabam tormentas rudes
De iniqüidade e discórdia.

No lugar, onde plantaste
As árvores da união,
Vivem monstros implacáveis
De dor e separação.

Ao longo de Teus caminhos
Sublimes e abençoados,
Surgem trevas pavorosas
De abismos escancarados.

Ao invés de Teus ensinos
De caridade e perdão,
Predominam sobre os homens
A sombra, o crime, a opressão.

Perdoa, Mestre, aos que vivem
Erguendo-Te a nova cruz!
Dá-nos, ainda, a bonança
De Tua divina luz.

Desculpa mundo infeliz
Distante das leis do bem,
Releva as destruições
Da humana Jerusalém...

Se a inteligência dos homens
Claudicou a recaiu,
A Tua paz não mudou
E ao Teu amor não dormiu.

Por isso, ó Pastor Divino,
Nos júbilos do Natal,
Saudamos a Tua estrela
De vida excelsa e imortal.

Que o mundo Te guarde a lei
Pela fé que nos conduz
Das sombras de nossa vida
Ao reino de Tua luz!...

Do Espírito CASIMIRO CUNHA – LIVRO ANTOLOGIA MEDIÚNICA DO NATAL – Psicografia de Francisco Cândido Xavier




12 de dezembro de 2010

“Trazemos amigos na mesma proporção que deixamos inimigos.” - Irmã Amálya

Sabe-se que cada encarnação representa uma etapa a ser cumprida em nosso caminho evolutivo. Colhemos hoje o que plantamos ontem. Se a colheita é difícil, ou até mesmo escassa, é pela necessidade de enfrentarmos dificuldades que nos tornarão seres melhores. Reflexo direto das afinidades e antipatias estreitadas ao longo de cada encarnação. No entanto, se – de acordo com o LE questão 459 – os Espíritos influem sobre nossos pensamentos e atos muito mais do que imaginamos, a tal ponto que, de ordinário, são eles que nos dirigem, cabe a nós a escolha de qual influência seguir, alimentando e fortalecendo o grupo pelo qual nutrimos maior afinidade. Logo, podemos até ser dirigidos pelos Espíritos, mas cabe a nós e ao nosso livre-arbítrio a escolha de seguirmos pela porta larga ou pela estreita.

O correto, obviamente, é caminharmos para a dissolução de toda malquerença, pois os laços estabelecidos numa vida refletirão sobre as experiências futuras. Logo, quanto maior for o grau de inimizades geradas, maiores serão as dificuldades. O remédio para isso? Combater o mal com o bem; amar o inimigo para anular os efeitos perniciosos de suas ações. Entretanto, sabemos que o amor para com os inimigos, professado por Jesus, não pode ser comparado ao amor que sentimos por nossos entes queridos. “A ternura pressupõe confiança; ora, ninguém pode depositar confiança numa pessoa, sabendo que esta lhe quer mal; ninguém pode ter para com ela expansões de amizade, sabendo-a capaz de abusar dessa atitude. Entre pessoas que desconfiam uma das outras, não pode haver essas manifestações de simpatia que existem entre as que comungam nas mesmas ideias. Enfim, ninguém pode sentir, em estar com um inimigo, prazer igual ao que sente na companhia de um amigo. ” (ESE, cap. XII, item 3)

Se há um equilíbrio na proporção entre amigos e inimigos a nos influenciar, não nos cabe responsabilizar esse ou aquele irmão por nos induzir a tomar determinada atitude, pois, assim como ele, havia outro a nos incentivar a seguir um rumo diferente. Por isso, devemos estar sempre atentos à consonância de nossos pensamentos e ações com os ensinamentos do Mestre Jesus. Vigiar e orar sempre: essa é a melhor receita.

7 de dezembro de 2010

Os bons espíritas

"Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que faz em domar suas inclinações más."

KARDEC, A. Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo XVII Sede Perfeitos.